O pessoal não perde tempo e fez uma paródia ao clássico de Noel Rosa, Conversa de Botequim, para tocar nos carnavais cervejeiros de todo o Brasil. Apresentada pela primeira vez no carnaval de 2011, ela já se tornou o hino de todo bom cervejeiro. Você encontra nesse AQUI o audio

Se você quer saber mais sobre o Samba, conhecer a letra e a cifra é só continuar lendo abaixo

CONVERSA DE CERVEJEIRO

letra: Bernardo Couto
voz, cavaquinho e masterização: Daniel Pitthan
violão: Felipe Elizeu

E                               F#7                 B7      E

Seu garçom, faça o favor de me trazer depressa
C#m      F#m7         B7        Bm    E7
Uma pale ale que seja bem lupulada,
A                 G#7       C#m             F#7
Uma bock com tostado a beça, e não precisa
B7
Que ela esteja ela tão gelada.

F#7           B7      E

Sirva a Pilsen, Munchen Helles, mas muito cuidado
C#m                       F#m7            B7     Bm   E7
Que eu não estou disposto a tomar uma skol.
A                   G#7       C#m
Vá perguntar ao seu freguês do lado
F#7               B7   E  E7
Se ele prefere Deus ou Schincariol

A        C#7     F#m        A7

Se chocolate é a sobremesa
D                                C#7
Pode beber com uma Porter inglesa
F#7            B7
Vá pedir ao alemão

Uma Weizen, uma Dunkel
E7
E oktober no litrão

A                     C#7         F#m        A7

Não se esqueça de provar Dubbel
D                        C#7
Blonde ale, wit e quadruppel
F#7            B7
Vá dizer ao cervejeiro
E7
Que não quero milho, arroz
A
Mas que mature o tempo inteiro

(Refrão)

A                  C#7         F#m     A7

Sirva bem a stout de uma vez
D                     C#7
E sentirá o sabor irlandês
F#7              B7
E ordene uma cerveja

Kriek feita por um belga
E7
Carregada na cereja

A                   C#7         F#m    A7

Seu garçom escolhe bem a taça,
D                                 C#7
Que o copo errado é sempre uma desgraça.
F#7             B7
Vá dizer ao cozinheiro
E7
Que me sirva a rauchbier
A
Com costela de cordeiro

(Refrão)

A verdadeira música para beber.